terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Minha decepção literária! ~Duda

Olá, habitantes do País das Maravilhas!
 
   Tudo bem com vocês? O que vem fazendo de férias? 
   Para completar o ciclo das decepções, estou aqui para falar da minha: Alice no País das Maravilhas(como vocês já devem ter adivinhado pelo meu comprimento).



 
    Pois bem, vamos começar pelo fato de que me primeiro contato com Alice foi no cinema, com o filme de 2010 do Tim Burtom. A partir daí o estrago foi feito, eu já estava sendo iludida desde daquela época, já que esse filme não tem nada em comum com o livro. Literalmente, eles pegaram a premissa ''Menina vê coelho. Menina se interessa pelo coelho e corre atrás dele. Então Alice cai no buraco e vai para um mundo louco, cheio de bichos loucos que falam loucuras.'' e depois disso, tudo muda completamente. 
   Mas isso não é empecilho para eu gostar da prosa escrita por Lewis Carroll , não é mesmo? Claro que não. Então, depois de quatro anos de ver o filme, em um dia (não tão) feliz de bienal, vi a pocket lux edition em promoção e decidi que era ali e naquela hora mesmo. Comprei o livro, e uma semana depois eu estava lendo-o.
   Uma semana depois, tinha acabado o livro e com a minha ideia distante que tinha sobre a história.
   Vamos começar com o fato de que esse, sim, é um livro destinado para crianças. Tudo é muito inocente e lúdico, como um sonho mesmo(e essa foi um dos únicos pontos positivos da obra, ele realmente conseguiu com que eu me sentisse num sonho infinito e sem escapatória). E esse foi um ponto muito crítico. Tudo bem, é um sonho, mas  ao mesmo tempo é um livro, então, hipoteticamente, ele teria um rumo, não é? 
Não.
Não tem rumo. 
É tudo uma grande bagunça.
   Do nada ela estava se afogando em suas lágrimas, ai um Dodô aparece com mais um monte de animais que saíram de lugar nenhum, e eles começam a correr (???), e assim continua, até eles se encontrarem com a Rainha de Copas.
Ah, a Rainha de Copas. 
   Essa mulher é insuportável. OK, essa é a função dela, só que ela é demasiadamente insuportável! E pior é o rei que fica ao lado dela no julgamento. Aliás, que julgamento foi aquele???? Sem sentido algum. E aí, PUF!; Ela acorda! Depois desse ''final-sem-fim'', nem me dei o trabalho de ler o Através do Espelho.
   O único personagem que legal em livro e em filme é o Chapeleiro; que pessoa maravilhosa! (Apesar de eu ter tirado foto com a Alice na Disney. Opa.)
    Ainda acho que eu não sou o público-alvo desse livro, mas existe gente mais velha e da minha idade que adora, então...(mesmo que eu fique babando pelas diversas edições de Alice, principalmente esse ano, já que o história completa 50 anos). 

E é isso por hoje. Até uma próxima,
Duda ;)
 

  


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